Festival
do Instituto de Artes da Unicamp apresenta Tom Zé na Concha Acústica
O
16º FEIA -Festival do Instituto de Artes da Unicamp trouxe um
convidado bastante especial para o domingo, dia 20, na Concha
Acústica da Lago do Taquaral. Era Tom Zé, um músico com uma
trajetória muito marcante no cenário artístico brasileiro. Tom Zé
apresentou canções com a irreverência que lhe é conhecida. Vestiu
até mesmo uma calcinha vermelha.
Para Adriano do Valle, escultor, Tom Zé continua a ser um dos grandes nomes da música brasileira. “O show foi muito bom. Fiquei em pé, na frente do palco. A energia de Tom Zé é muito contagiante. Não dá para ficar parado um só minuto.”
O show conseguiu manter a atenção do público. Tom Zé fez muitas piadas. Riu com o público de alguns exageros da música erudita e conseguiu, mais uma vez, transmitir uma mensagem de que música inteligente pode estar em sílabas, sons repetitivos, em melodias dissonantes, em vozes desencontradas e, claro, na maneira mesma de pensar as canções para que sejam sinceras.
O público era bastante eclético, com visuais – cabelos, roupas – coloridos. Emgoma também entrevistou Alexandre Machado, 45 anos, funcionário público, que acompanha Tom Zé há, pelo menos, vinte anos. “gosto muito de seus discos. Tenho acompanhado a carreira deste músico desde quando era adolescente, mas essa é a primeira vez que pude vê-lo”.
A
apresentação, porém, contou com algumas falhas na transmissão do
som. “poxa, uma pena que minha primeira grande experiência com o
Tom tenha sido com um som tão precário. Ainda assim, valeu a pena”,
conclui Alexandre.

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